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Após a vulcanização e enquanto o pneu conserva um certo calor, deve ser examinado para se assegurar que não apresenta qualquer defeito. Se o pneu apresentar qualquer defeito visível como, por exemplo, bolhas ou depressões, estes devem ser assinalados com giz e deve proceder a um exame rigoroso com vista a determinar a causa ou causas do defeito ou defeitos detectados. Registar as observações efectuadas na Ficha de Identificação do Pneu.
Indicam-se na Quadro 7 algumas disposições a dar ao pneu inspeccionado, para vários tipos de defeitos detectados.
| Quadro 7 – Tipos de defeitos e disposição | |
|---|---|
| Defeito | Disposição |
| Matérias estranhas na superfície do piso, parede lateral, talões ou interior. | Reparar. Se não reparável, devolver ao cliente, com a indicação de que é sucata. |
| Rachaduras ou fendas no ombro ou parede lateral. | Reparar. |
| Vulcanização insuficiente (porosidade, bolhas, borracha mole). | Reparar ou recauchutar de novo. |
| União do piso aberta, pesada ou porosa. | Reparar ou devolver ao cliente, com a indicação de que é sucata. |
| Separações (do piso, entre telas ou entre telas e borracha, dos remendos ou outros materiais de reparação). | Reparar ou devolver ao cliente, com a indicação de que é sucata. |
| Protuberâncias em zonas reparadas com altura superior a 4 mm. | Reparar, por esmerilagem. |
| Piso trocado. | Recauchutar de novo ou consultar o cliente. |
De acordo com a condição detectada, proceder do modo seguinte:
O responsável pela Inspecção deve também verificar se as novas inscrições estão correctas. Caso não estejam, terão de ser corrigidas.
