Os primeiros plastificantes sintéticos – o fosfato de tricresilo e o ftalato de dioctilo começaram a ser utilizados no nitrato de celulose no ano 1900, em substituição da cânfora e devido à volatilidade e ao cheiro desta substância. O americano Schmidt patenteou o uso de ftalatos de difenilo e de dicresilo em 1900 e o americano Zuhl, da empresa B.F. Goodrich regista a patente do uso de ésteres do ácido ftálico.
Em 1910 é desenvolvido e patenteado, pela empresa americana The Celluloid Company, o fosfato de trifenilo (TPP), como retardador de chama do acetato de celulose.
Mais tarde, cerca de 1926, Waldo Semon, da empresa americana B.F. Goodrich, descobriu o efeito plastificante do PVC pelo fosfato de tricresilo TCP.
Em 1930 verificou o mesmo efeito obtido com o ftalato de dibutilo (DBP); surgiram então outros ftalatos, tais como o ftalato de dietilo hexilo (DEHP), também designado por ftalato de dioctilo (DOP). Estava definitivamente lançada a utilização de ésteres de ftalatos e de fosfatos como plastificantes na Indústria dos Plásticos. Ainda na década de 30 são também desenvolvidos os plastificantes à base de parafina clorada.
Na Indústria da Borracha, os primeiros plastificantes sintéticos do tipo éster começaram a ser utilizados na década de 30, em pequenas dosagens e em borracha natural. O grande crescimento no consumo deste tipo de plastificantes ocorre após o termo da 2ª Guerra Mundial, portanto depois de 1945, e o facto deve-se ao espectacular desenvolvimento dos vários tipos de borrachas sintéticas (informação de Mr. Stephen O’Rourke – The HallStar Company, Chicago, Illinois, USA).
