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A rigidez dieléctrica corresponde à resistência que um material, de determinada espessura e características isolantes, oferece à passagem da corrente eléctrica entre dois condutores, entre os quais existe uma diferença de potencial. Quando o valor máximo de rigidez dieléctrica é excedido, ocorre passagem de corrente de um condutor para o outro, dando-se a rotura do dieléctrico. Esta passagem de corrente pode ocorrer:
A rigidez dieléctrica exprime-se em MV/m, kV/cm ou kV/mm. Na Tabela 9, apresentam-se os valores da rigidez dieléctrica para alguns tipos de borrachas.
| Tabela 9 – Rigidez Dieléctrica | |
|---|---|
| Tipo de Borracha | KV/cm1 |
| Borracha Acetato de Etilieno e Vinilo (EVA) | 250 |
| Borracha Acrilonitrilo (NBR) | 160 |
| Borracha Etileno Acrilato (EAM) | 170-240 |
| Borracha Butílica (IIR) | 236-300 |
| Borracha Estireno Butadieno (SBR) | 250-260 |
| Borracha Etileno-Propileno-Dieno (EPDM) | 350-400 |
| Borracha Fluorada (FKM) | 160-250 |
| Borracha Natural (NR) | 100-394 |
| Borracha NBR/PVC | 150-250 |
| Borracha Policloropreno (CR) | 120-276 |
| Borracha Polietileno Clorosulfonado (CSM) | 160-240 |
| Borracha Silicone (Q) | 160-360 |
| Borracha Tetrafluoroetileno Propileno (TFE/P VdF) | 160 |
| Borracha Tetrafluoroetileno Propileno (TFE/P) | 230 |
| Ebonite | 180 |
| Nota: 1 Compostos de goma pura, à temperatura ambiente. |
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